(Escrito em: 19 de agosto de 2018)
Não posso afirmar muitas coisas,
Nem sequer sei se algo é verdadeiro.
Vejo aglomerados batalhando entre si,
Observo a desigualdade dia a dia,
Sinto as mudanças a cada momento…
O desamor sendo espalhado pelos cantos
Fere o desprevenido, aquele sem malícia.
Pessoas que procuram noutras a solução,
Que esperam encontrar um alguém,
Mas esqueceram de se encontrar…
Recortes espalhados de um mundo qualquer
Demonstram a mutabilidade das coisas.
Linhas e formas que atuam como coadjuvantes
E assim constroem o irreal ilusório.
Aonde estará a segurança?


